O Desafio das Mudanças

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 “Na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma”.

É através de uma constante morte e renascimento que tudo se desenvolve. São leis naturais que coordenam o Universo. Desfrutar a vida consiste em aceitar a morte. A transformação é algo inevitável e só poderemos ver o seu lado positivo no momento em que compreendermos e fizermos as pazes com ela. A futura saúde de nossa espécie e de nosso planeta está em nossa capacidade de fazer amizade com esse poder e em cooperar na tarefa universal de criar a luz a partir da escuridão. Os antigos chineses reconhecem a palavra “crise” como oportunidade.

Quantas pessoas não estão passando neste momento por uma perda de um ente querido, de um relacionamento afetivo ou de um emprego? Agora imagine se tudo permanecesse inalterado em seu estágio evolutivo, como haveria crescimento? A todo o momento em que algo morre, algo novo também está nascendo. Se não é uma pessoa, é a noite que dá lugar ao dia e assim por diante. Todas estas reflexões têm o objetivo de mostrar que a morte – um assunto considerado tabu – e que a maioria das pessoas nunca gostam de falar, deveria ser encarada de uma forma mais positiva. A morte poderia se referir em qualquer sentido, ou seja, o velho dando lugar ao novo.

É claro que na prática não é tão fácil assim, talvez porque nunca fomos preparados para entender isso. A omissão de se explicar verdadeiramente achando-se a resposta satisfatória que explique o por quê da morte, só complica quando damos de cara com ela. A morte implica em compreender que o que é concreto e material é passageiro e não vale nada e vivendo num mundo em que só acredita no que se vê ou no que tem algum valor material, ainda estamos longe de aceitarmos a nossa insignificância como matéria. Talvez esteja aí o motivo de não se falar sobre morte, pois ela significa perdas, mas por outro lado um tremendo ganho espiritual, pois uma etapa foi cumprida.

Quantos mais formos apegados às coisas, pessoas ou situações, mais difícil será aceitar as mudanças, e o medo que elas aconteçam pode faze-las acontecer de forma brusca, aí vem o choque. Como por exemplo alguém que é muito apegado a coisas materiais, são os que mais atraem para si o roubo. E os que têm muito medo de adoecer são os que mais adoecem. Como dizia Dane Rudhyar: “não é o evento que acontece à pessoa, mas a pessoa que acontece ao evento”.

Quando uma pessoa contrai para si uma doença grave, ou um acidente, a partir daí, quanta coisa começa a ser avaliada e modificada dentro da própria pessoa, dos familiares e dos amigos a sua volta. Muitos modificam sua concepção de vida, passam a dar valor em coisas que antes não possuía sentido, sendo obrigados a alterar seus valores pessoais, dando mais valor à vida … Quem é que realiza mudanças quando tudo se encontra de forma agradável? Uma situação de ruptura, significa que algo precisava ser alterado. Dentro desse ponto de vista, percebemos que a doença por mais grave que ela seja, tem o seu lado positivo. Se não levar à morte, depois de sua recuperação, com certeza a pessoa nunca mais volta a ser ela mesma.

Mesmo que seja fatal, o renascimento se dá em outros níveis, espirituais… Viver plenamente significa experimentar e aceitar tanto a luz como a escuridão, a alegria e a dor. Sem dúvida haverá tempos de angústia, na vida de todos nós, mas nada que nos impeça de encontrarmos caminhos para crescermos e aprendermos com esses períodos. A mudança vem pela dor ou pela amor, dependendo de nossa aceitação. É nesses momentos que procuramos psicólogos, terapeutas ou astrólogos em busca de respostas para nossos conflitos pessoais.

É através da posição natal ou dos trânsitos do planeta Plutão no mapa astral que podemos ver em que áreas da nossa vida nossas profundas mudanças tendem a acontecer. Existem também os florais mais indicados para as situações que sentimos irreversíveis, podendo nos confortar nestes momentos mais críticos, fazendo-nos curar das feridas internas causadas por estes processos de “partos” psicológicos.

Se soubermos extrair o aspecto positivo de nossas “crises” estaremos enxergando a luz que sempre existe no fim do túnel. No momento em que o processo de transformação estiver completo, poderemos olhar para traz, ver que apesar de tudo a mudança era necessária e valeu a pena. Como com certeza virão muitas outras, que a cada uma delas possamos nos erguer mais fortes e regenerados para continuarmos nossa caminhada, pois se a larva não cedesse à sua própria transformação como é que se tornaria uma borboleta?

Héllen A. Carvalho – Terapeuta Floral e Pesquisadora

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