Comemore o Dia Mundial Sem Carne!

Dia Mundial sem Carne

Experimente, você só tem a ganhar, sua saúde e o planeta agradecem! Conscientização é una necessidade para nossa evolução!

É HOJE! \o/

Comemore o Dia Mundial Sem Carne optando em não consumir nenhum produto de origem animal! E garanta ainda 20% de desconto para conhecer os restaurantes que estão participando deste dia tão especial: http://www.svb.org.br/noticias/1360-dia-mundial-sem-carne-2014

Conheça mais sobre o veganismo e se dê uma chance!
http://www.carnefraca.com.br
#carnefraca10anos #diamundialsemcarne #pazeamoratodos

Nós da equipe Florais das Gerais apoiamos esta idéia!

A lua, o silêncio e o manjericão

Giuliana Capello – 18/03/2014 às 11:05

manjericao
Dias atrás um diretor de cinema me perguntou: “qual é o som do lugar onde você mora?” Respondi que era o silêncio. Eu adoro o silêncio. E, aqui, ele reina soberanamente, mas não chega a ser excêntrico: divide espaço, vez ou outra, com o joão-de-barro, o tico-tico, pica-pau, bem-te-vi, sabiá, tiziu e tantos outros. E tem ainda os grilos, os sapos da noite, as corujas. Em dia de chuva, os trovões também aparecem, assim como o vento, que adora as madrugadas.

Durante o dia, tem o trator, a roçadeira, o martelo e a serra elétrica. Tem, às vezes, um rádio, um chamado do vizinho, um latido, aviões, pneus derrapando no chão de terra e pedra. Mas, ainda assim, arrisco dizer que o som predominante é o silêncio. Mas não um silêncio qualquer. Um silêncio que se impõe de maneira profunda e apaziguada, sem oprimir.

O lugar que escolhi para viver é assim: feito de silêncio. Mas um tipo de silêncio que estimula a escuta consciente, incentiva nossa percepção do entorno, das coisas que acontecem ao nosso redor. Quem interrompe o silêncio precisa até de permissão. Não se toca em coisa sagrada assim, sem um bom motivo…

No tempo que estou aqui, percebo que aprendi a ouvir mais, porque dei espaço para o silêncio em mim. Fiz as pazes com os dias calmos, em que posso contar quantas vezes me manifestei através da fala. E nem por isso senti-me calada…

Pois o mato, além de ouvir, também me ensinou a ver as coisas óbvias, que passam todos os dias por nós e, no entanto, têm a beleza do inusitado, do único, do inimitável. A lua cheia do último domingo, por exemplo! Um escândalo! Dava quase para senti-la pulsar, de tão viva. Foi um luar dos deuses, um momento para guardar na memória das coisas que deixam a vida mais intrigante. Quando ela apareceu, por detrás das montanhas, em tons de amarelo, vermelho e laranja, e ainda sob o céu de um azul intenso, iluminado, não foi possível fazer mais nada. Cabia apenas contemplar. Em silêncio e gratidão.

A lua está sempre ali para nos ensinar sobre a brevidade das coisas, sobre a impermanência, o desapego à forma material, a abertura para o novo. Ela é única a cada noite e isso não a abala nem um pouco. Ontem, ela nem pôde aparecer, por causa das nuvens que trouxeram a tão esperada chuva…

Aqui, do lado de cá das praticidades e das máquinas que povoam a vida urbana, a natureza é grande mestre. Mas é preciso querer aprender com ela, ou haverá frustração, medo e repulsa.

A velocidade aqui, não dá para negar, já não é mais a mesma de tempos atrás. O fogão a lenha ficou reservado para os dias de festa em família, os carros substituíram as carroças puxadas a cavalo ou boi. A televisão, a internet, o iPhone, o tablet, o GPS, a música eletrônica e os macarrões instantâneos estão por quase toda parte – ainda que sem muito sentido.

Mas, para quem ainda quiser, é possível experimentar dias e noites diferentes, sem luzes artificiais nas ruas, sem delivery no jantar, sem caixa eletrônico 24 horas, sem comércio para visitar depois das 18h. Ou, em outras palavras, com o céu forrado de estrelas, com sopa de legumes da horta à noitinha, com amigos que fazem o dinheiro ser dispensável nas horas de lazer e o consumismo parecer ainda mais absurdo e desconectado do nosso mundo.

Por que mesmo estou aqui? Esta é a pergunta que me faço com frequência, e para a qual tenho respostas diferentes de tempos em tempos. Agora, por exemplo, sinto que minha opção é um jeito de observar o que estamos deixando para trás, ao escolher o caminho das cidades altamente adensadas, em diversos sentidos. Será que não daria para manter algumas das coisas boas que temos ainda no campo? Por que o caminho em 180 graus? Por que o desprezo ao lugar que abastece as cidades com água e alimentos de boa qualidade, enquanto as grandes cidades devolvem lixo, esgoto e famílias excluídas?

Até meses atrás, minha avó, que há anos não me visitava (eu é que vou até ela, sempre que posso), também não entendia bem por que eu deixei o trabalho bem remunerado da capital, a casa bem localizada, a tv por assinatura e outras “comodidades”, para viver num lugar em que os mais desavisados só conseguem ver o que não temos…

Até que ela passou uns dias aqui em casa e me ligou ao retornar para o apartamento no litoral: “Sabe que agora eu entendi por que você foi morar aí? Quando entrei em casa, achei minha sala tão pequena, e por onde eu andava só via paredes. Percebi que você tem uma vida muito saudável, perto da natureza”.

Acho que é por aí mesmo. Assim, bem perto do vento e da chuva, do barro e das estrelas, é como se eu pudesse ter mais discernimento das coisas realmente importantes para mim. Sem os excessos e os estímulos da cidade (os anúncios em cada esquina, as capas de revistas com mulheres magérrimas e besuntadas de maquiagem, os apelos para usar o consumo como válvula de escape para qualquer tipo de sentimento ruim etc. etc.), enfim, com o essencial como bênção e não sinônimo de escassez, e tudo isso junto e misturado, vejo que consigo observar mais, absorver mais do mundo e de cada experiência.

E, mais ainda, além do ouvir, do enxergar, o mato me trouxe outro presente: um olfato mais apurado, capaz de me avisar se alguém está perto de casa pelo cheiro do manjericão, esbarrado sem querer, pela roupa de quem chega para me visitar… O manjericão do meu quintal é um xodó antigo, me acompanha há tempos. Aqui, plantei em uma espiral de ervas aromáticas, junto com o alecrim, a lavanda, a erva-doce e o orégano, outros amores.

Uso-o sempre, quase que diariamente, em doses e aplicações distintas. Para dar um sabor especial à salada, para preparar um belo e bom molho pesto, para compor um chazinho de folhas digestivas, para dar mais aroma à lasanha de berinjela da horta comunitária. É esse mesmo manjericão que me ensina que as coisas mais sutis podem ser, ao mesmo tempo, as mais marcantes. Devo essa lição à lua, ao silêncio e ao manjericão – ou melhor, a eles e à minha vida no mato.

Foto: Fernando Stankuns via photopin cc

fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/gaiatos-e-gaianos/a-lua-o-silencio-e-o-manjericao/?utm_source=redesabril_psustentavel&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_psustentavel_gaiatosegaianos

Vamos apoiar, divulgar e compartilhar: a inserção da Terapia Floral na Saúde Pública nos estados brasileiros

A exemplo de outros estados brasileiros para a regulamentação da Terapia Floral na saúde pública, solicitamos o apoio dos Terapeutas Florais ,amigos, familiares e todos os que se beneficiam desta terapia.
Sugestão: Sugerimos a inserção da Terapia Floral na Política de Práticas Integrativas em Saúde no estado do Rio Grande do Sul por estar
em sintonia absoluta com as diretrizes da OMS – Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde, e se enquadrar em todas as…
propostas do próprio Conselho Nacional da Saúde, em suas recomendações por uma saúde integral, abrangente e acessível.
Contextualizando a Terapia Floral, informamos que é, inclusive, reconhecida pela CONCLA sob código CNAE 8690-9/01, como Atividade de Prática Integrativa e Complementar em Saúde Humana.
A implantação da Terapia Floral junto às Unidades Básicas de Saúde, Hospitais e escolas, possibilitará o uso das Essências Florais, que atuam de forma integral, tanto preventiva como terapêutica, na busca pela promoção da saúde e do bem-estar de toda a população brasileira.
COPIE E COLE O TEXTO ACIMA como sugestão para inserir a Terapia Floral na Saúde no RGS e em todo o Brasil. Compartilhe muito!
— com Giovani Cherini , Rogéria Comim e outras muuitas pessoas.
 
 
 
 
Plante flores
 

Curso de Formação em Educação Humanitária – SP 05 e 06 de outubro

 

Curso de Formação em Educação Humanitária – SP                                               05 e 06 de outubro

 faixa

Com o intuito de preparar o educador para trabalhar com valores mais humanitários, o curso fornece ferramentas práticas para criar agentes inspiradores que ajudem a despertar nas crianças sentimentos de amor, zelo e auto-estima positiva.

A abordagem do curso é subsidiada pelas concepções do livro “O Poder e a Promessa da Educação Humanitária” da autora americana Zoe Weil, co-fundadora do Institute for Humane Education (direitos do livro no Brasil adquiridos pelo INR).

A carga horária do curso é de 12 horas, divididas em 02 dias, incluindo atividades sobre os temas:

- Reflexão sobre sua contribuição ao meio ambiente
- Conhecer os 4 elementos da Educação Humanitária
- Como a Educação Humanitária pode modificar uma comunidade
- Educação Humanitária como ferramenta para uma sociedade mais pacífica
- Teoria do Link entre maus-tratos aos animais e violência contra as pessoas com o palestrante Cap. Marcelo Robis da PM Ambiental
- Ser um exemplo positivo
- Como denunciar maus-tratos com o palestrante advogado Mauro Cerri Neto
- Despertar o senso crítico e reflexões sobre nossas escolhas diárias de consumo.
- Adoção de animais com o palestrante biólogo Lito Fernandez, presidente do Centro de Adoção Natureza em Forma
- Como solucionar de forma humanitária situações envolvendo outros seres.
- Educação Médica: humanização ou desumanização? com s palestrante médica e professora Odete Miranda
- Trabalhar o poder de argumentação, lidando com frustrações e a importância da democracia.
- Sugestões para implementar a Educação Humanitária
- Traçar metas a curto prazo de acordo com suas vocações.

Data:
05/10 sábado das 08h às 17h
06/10 domingo das 08h às 12h
Local: Ação Educativa - http://www.acaoeducativa.org.br

R. Gen. Jardim, 660 – Vila Buarque, São Paulo, 01223-010<BR><B>Telefone</B>: (11) 3151-2333 no local para até 15 veículos R$ 10,00 a diária.

Estação Consolação do metrô – 1,5 km
Estação República do metrô – 900 metros
Estação Santa Cecília do metrô – 800 metros

Mapa do local

Investimento:
até dia 15/09 R$ 140,00.
Desconto Clube Vista-se e SVB R$ 130,00.
após 15/09 R$ 170,00
Desconto Clube Vista-se e SVB R$ 155,00.

Clique aqui para preencher o formulário de inscrição
Para efetivar a inscrição, deposite e envie comprovante para secretaria@institutoninarosa.org.br
ou fax (11) 3868-4434.

Banco Bradesco
Agência 0421
Conta corrente 117018-0
CNPJ 04.085.217/0001-00

*Importante: o curso só será realizado se atingir o quorum mínimo.
Em caso de desistência do participante até o dia 27/09, restituição de 50% do valor. Após essa data, não haverá devolução.

Para aqueles que vierem de outras cidades, pesquisamos algumas estadias privilegiando custo e proximidade do local e listamos as sugestões abaixo para facilitar as buscas para quem não conhece São Paulo. Mas, a escolha, definição e custos da estadia fica a critério do participante.

Distâncias:

Aeroporto de Congonhas – 12,3 km
Aeroporto de Guarulhos – 29,3 km
Rodoviária da Barra Funda – 5,5 km
Rodoviária do Tietê – 6,2 km

<B>Hotel Dan Inn</B> (500 metros) – diária individual aproximada R$ 128,00<BR>Endereço:&nbsp;R. Maria Antônia, 40 – Consolação, Vila Buarque, São Paulo, 01222-010<BR>Telefone:(11) 3257-1500

Hotel Ipanema Inn (350 metros) – diária individual aproximada R$ 180,00
Endereço: R. Maria Antônia, 190, São Paulo, 01222-010
Telefone:(11) 3255-3144 begin_of_the_skype_highlighting GRÁTIS (11) 3255-3144 end_of_the_skype_highlighting

Hotel Ibis Budget (1,8 km) – diária individual aproximada R$ 190,00
Endereço: R. da Consolação, 2303 – Consolação, São Paulo, 01301-100
Telefone:(11) 3123-7755 begin_of_the_skype_highlighting GRÁTIS (11) 3123-7755 end_of_the_skype_highlighting

Esclarecemos que o interessado deve fazer o contato diretamente com o hotel de sua escolha para providenciar sua reserva o quanto antes.

Como hospedagem econômica (Hostel), os mais próximos ao local são:

Paulicéia Hostel (1,7 km) – diária individual aproximada R$ 60,00
Endereço: Rua Herculano de Freitas, 250 – Bela Vista – São Paulo – SP
Telefone: (11) 2503-2773 begin_of_the_skype_highlighting GRÁTIS (11) 2503-2773 end_of_the_skype_highlighting
Próximo ao Metrô Consolação

Bee W Hostel (1,8 km) – diária individual aproximada R$ 80,00
Endereço: Rua Haddock Lobo, 167 – Bela Vista – São Paulo – SP
reserva@beew.com.br
Telefone: (11) 4328-6222 begin_of_the_skype_highlighting GRÁTIS (11) 4328-6222 end_of_the_skype_highlighting / (11) 4327-9222 begin_of_the_skype_highlighting GRÁTIS (11) 4327-9222 end_of_the_skype_highlighting
Próximo ao Metrô Consolação

The Hostel Paulista (3,0 km) – diária individual aproximada R$ 60,00
Endereço: Rua Pamplona, 795 – Jardim Paulista – São Paulo – SP
reservas@thehostelpaulista.com.br
Telefone: (11) 2365 3833 begin_of_the_skype_highlighting GRÁTIS (11) 2365 3833 end_of_the_skype_highlighting
Próximo ao Metrô Trianon-Masp

 APOIO:
Lar Vegetariano
http://www.larvegetarianovegan.com.br/
(11) 3862-1308  GRÁTIS (11) 3862-1308  / 3464 – 0603

logo RV

 

24 de setembro – Dia do Terapeuta Floral

Dr. Bach

Hoje se comemora o dia Do Terapeuta Floral em homenagem ao médico bacteriologista e homeopata –

Pai da Terapia Floral,

Dr. Edward Bach , nascido em 24 de setembro de 1886, meio-dia- Moseley, Birmingham, Inglaterra.

A terapia com florais é a medicina natural que vem revolucionando o mundo! Dr. Bach foi viver no campo, pois acreditava que estes novos remédios deveriam ser encontrados na natureza. Antes de achar uma flor sofria em si mesmo o estado mental negativo para o qual seria indicada aquela flor e se sentia um privilegiado, como ele próprio dizia, por sofrer de alguma enfermidade física. Ele vagava pelos campos até que achasse a flor que restauraria sua tranqüilidade e paz mental e curaria a enfermidade física.

Dr. Bach foi um sábio que uniu sensibilidade, conhecimento e comprovação no meio acadêmico sobre a Medicina do Futuro, utilizada hoje em dia !

Que surjam novos terapeutas florais, que mais pessoas possam conhecer este benefício, fazer uso das fórmulas, comprovar seus efeitos!

Conheça um pouco mais sobre a História de Dr. Edward Bach:

http://www.floraisdasgerais.com.br/FgDtInstitucional.asp?IdSubmenu=18&IdMenuEmpresa=9

As árvores simbolizam a primavera, espetáculo de luz, cores e muita beleza. Mas e a eco- inconsciência”?!

ARVORE

Edgard Rocha Filho
     
São Paulo, setembro de 1.999 –
SETEMBRO é o mês em que se comemora a chegada da PRIMAVERA. E é o mês das ÁRVORES, sendo o seu dia o 22 de setembro. A ÁRVORE merece festa, apoio, carinho, tratamento como se dá a uma mãe. Pelos filhos bem-aventurados, é claro…

Porque nem todos podem ser considerados assim. Existe o que denominamos de uma “inconsciência ecológica” em muitas pessoas. O que muita gente faz é comportamento de ser não pensante, de inconsciência no pior sentido… Aquela eco/alienação maldosa, cruel, de querer destruir tudo o que está à sua volta, de deixar apenas a areia, o cimento, o concreto. E pior é que isso não acontece com os incultos, com os sem diploma, com os sem instrução. Nada disso. Acontece também com os letrados, com os doutores, com os donos do poder econômico. Diríamos que essa inconsciência é bem rasteira, do tipo que derruba árvores porque as folhas podem sujar a piscina, quando no verão… Ou porque as árvores derrubam folhas muito pequenininhas, “difíceis de limpar”… Ou porque atrapalham a entrada do carro na garagem… Argumentos que as secretarias estaduais e municipais, órgãos ambientais, enfim, estão acostumados a ouvir, no quotidiano de todos os dias. Mas há aqueles que as defendem, que brigam se houver maus tratos!… Que fique testemunhada a revolta da população com os serviços prestados pelas concessionárias de energia elétrica, que a pretexto de “liberação da fiação”, acabam destruindo o pouco que resta da arborização urbana nas cidades. 

E não adianta argumentos técnico-científicos, no sentido de esclarecer que a árvore é absolutamente indispensável ao equilíbrio da vida natural do planeta, dos ecossistemas, enfim imprescindível para a nossa sobrevivência. É incrível como esses argumentos entram nos ouvidos de muitos como se fosse sermão de padre ou de pastor, conselho de pais, entra por um ouvido sai por outro, não penetra no raciocínio, na reflexão, na maturidade dessas pessoas, não as acordam para a necessidade de preservação… 

Mas vamos sempre repetir, sempre falar, sempre gritar… É preciso que assim seja ou não teremos resultados com a urgência que o mundo necessita. Vamos lembrar, caros leitores e aprender sempre e reaprendendo quantas vezes necessário for: o homem, como as plantas e os animais, é um ser vivo e a vida tem sua base em determinada reação química – a fotossíntese – somente processada em organismos vegetais. Assim, toda a energia que anima o vôo das aves, o nadar dos peixes, a veloz corrida dos herbívoros, o salto mortífero dos carnívoros, as contrações da mão humana e as pulsações do cérebro, repousam na energia solar, captada pelas plantas verdes, seja nas atuais, seja no acervo do passado conservado sob a forma de energia fóssil do carvão e do petróleo. 

As árvores são plantas lenhosas, mais altas que os arbustos, com caules lineares e verticais que se desenvolvem para formar troncos, que passam a sustentar galhos e folhas, que formam as copas. Podem viver até centenas de anos. Nas florestas, as árvores exercem importante papel. São responsáveis pela sobrevivência de ecossistemas complexos, realizam a fotossíntese e transformam o gás carbônico em oxigênio, fatores imprescindíveis à vida. 

E nas cidades, o que fazem as árvores? Elas purificam o ar pela fixação em suas folhas da poeira que a chuva conduz para o solo; proporcionam sombra e conforto térmico; reduzem a velocidade do vento; conservam a umidade do solo e do ar e influem no balanço hídrico, favorecendo a infiltração da água no solo; amortecem os ruídos; abrigam e alimentam a fauna, equilibrando cadeias alimentares e diminuindo pragas; embelezam a paisagem. 

Árvores integrantes de culturas e de povos distantes foram incorporadas aos costumes e às paisagens do Brasil. Espécies frutíferas e ornamentais de diversas origens encontram-se em pomares, na arborização urbana, nos parques e nos jardins, como a mangueira, a jaca, várias figueiras da Índia – entre elas a falsa-seringueira -, o flamboyant de Madagascar, e os eucaliptos e pinus cultivados em áreas de reflorestamento homogêneo para fim industrial. 

A árvore é um dos mais fortes símbolos das diversas culturas da humanidade, ela representa a vida em constante evolução, a ascensão ao Paraíso, a união dos elementos, a ligação entre os três níveis do COSMO (-subsolo/subterrâneo/inferno-,- solo/superfície/Terra -, – atmosfera/céu/Paraíso) e o eixo do mundo, em torno do qual o Universo está organizado. 

ÁRVORE-MÃE

A imagem da Árvore-Mãe, freqüente em inúmeras culturas, tem significado duplo. Em primeiro nível simboliza a Mãe Terra, princípio feminino que alimenta a vida; em nível mais profundo, representa a energia vital e invisível que repousa no seio da Terra e é fecundada pela energia masculina do vento, da chuva e do Sol. Na pré-história as árvores eram adoradas como divindades e algumas vezes consideradas a personificação de poderes naturais malignos como os trovões, os raios e as tempestades. 

Se apaziguadas pela adoração, as árvores divinas garantiriam fertilidade aos homens e aos animais, abundância nas colheitas, sucesso no comércio e nas guerras. 

Com o crescimento do Cristianismo, os ritos de adoração diminuíram. As árvores passaram a ser utilizadas como um suprimento na alimentação, como combustível, na construção de cidades e de embarcações, na fabricação de implementos agrícolas, e matéria-prima para suprir as necessidades diárias. 

A partir do início deste século, algumas espécies de árvores começaram a desaparecer. Apesar da existência de leis de proteção ambiental, ainda não foi possível impedir a redução das espécies florestais no mundo inteiro. Hoje sabemos o quanto é necessário preservar os ecossistemas naturais e começar a recuperar os já desfeitos. Mas ainda não podemos nos alegrar: a luta para manter o equilíbrio ambiental é incessante. 

O que a árvore faz à mãe-natureza, a sua importância no equilíbrio da vida e do planeta ainda não está na consciência de todos os cidadãos. Infelizmente. É preciso que essa consciência seja adquirida sem o sacrifício de enfrentarmos num futuro próximo a completa desertificação do mundo. Mas é preciso que façamos todos os dias um pouco. E que fiquemos ao lado dela (a árvore) e lutemos por sua preservação, de todas as formas possíveis. E que façamos nascer novas árvores, ajudando-as a crescer. Com isso estamos fazendo um grande auxílio ao mundo, a nós mesmos e às futuras gerações. Façamos festas à Primavera e meditemos firmemente que a ÁRVORE é essencial à vida e que é dela que os seres que habitam a Terra tiram o alimento, a morada, as substâncias químicas, a proteção dos mananciais, a preservação do solo e a sombra. 

ÁRVORE DA VIDA

 

Vivia no Jardim do Éden, tinha por seiva o orvalho celeste e simbolizava a harmonia perfeita. Trazia em seus galhos doze frutos como representação das recompensas do desenvolvimento espiritual, entre as quais a sabedoria, o amor, a verdade e a beleza. Defendidos com cuidado, esses frutos eram as manifestações do Sol e conferiam imortalidade àqueles que os consumissem.

ÁRVORE-PAI
 
Potente símbolo da fecundidade, essa árvore representa a energia masculina que impregna e vivifica a Terra, submetida ao ciclo eterno da morte e do renascimento. Algumas vezes chamada de Homem-Verde, esta figura é relativamente freqüente nas culturas ocidentais, onde assume múltiplas aparências, como Pan, o deus grego. 

ÁRVORE DO CONHECIMENTO

No Jardim do Éden a Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal era um símbolo da dualidade. Depois de sucumbir à tentação de comer o fruto da árvore, Adão e Eva foram rechaçados por Deus e expulsos do Paraíso. A serpente, enrolada ao redor do seu tronco, e que representa a Tentação, também é um símbolo muito antigo da energia vital.

(Edgard Rocha Filho é advogado e ambientalista).

 

Girassol, Sol, Leão, Rei, vem ao mundo o bebê real!

Quem já assistiu o filme rei leão, pode entender que na natureza quem é o rei é o Leão. E na linguagem astrológica associamos quem nasce sob o sol em Leão, esta mesma conotação. São personalidades que buscam no decorrer da vida o desenvolvimento da identidade, do valor próprio, do brilho, do destaque, da grandeza, da generosidade, do amor próprio! Na infância necessitam tanto desta valorização, que chamam a atenção por natureza, são literalmente o centro da atenções, pois por onde passam o brilho se destaca, seja na fala, nos gestos, nas demonstrações dramáticas das emoções. É o “eu sou” que está sendo trabalhado na criança.

Como o leãozinho que nasce, e a floresta inteira vai saudá-lo. Assim como o sol, os nascidos sob o sol em Leão, ganham de presente este brilho nato como um traço de realeza.

Os nascidos sob o sol em Leão que ainda não manifestam esta força interior, vieram nesta vida para aprenderem a desenvolvê-la. Assim acompanhamos na mídia este mito sendo comprovado pelo nascimento do bebê real. Nascido com o Sol a 0 graus de Leão, e sendo recebido com toda a magnitude de um herdeiro do trono.

Conseguem assim fazer a relação Leão=Rei= filho do príncipe= futuro Rei?

Assistam ao vídeo do filme o Rei Leão e façam a comparação o que representa a chegada deste bebê.

 

Um nascimento predestinado a uma alma que veio para cumprir seu papel de Rei. A natureza é perfeita no cumprimento do destino da humanidade. 

“Ele será preparado para sentar em um dos mais antigos tronos hereditários do mundo, para ocupar um cargo cujos escolhidos para preenchê-lo nascem a cada 30 anos ou mais, como foi o caso do príncipe Charles, em 1948, de William, em 1982”. Fonte: http://noticias.br.msn.com/mundo/o-que-o-futuro-reserva-para-o-beb%c3%aa-real-1.

Assim como os reis magos foram seguir a estrela e chegaram até Jesus,pois sabiam que havia nascido o Rei dos Judeus. O nascimento do bebê real segue a semelhança. Tantas pessoas acompanhando pelo mundo e saudando um acontecimento único e atual. Que o bebê real cumpra seu destino, siga a sua evolução. Futuramente, a nova geração irá vê-lo subir ao trono e exercer sua Majestade.

Se você nasceu sob o Sol em Leão, acredite na sua força, no seu brilho, no seu dom da “Realeza”, sem perder a humildade.  O mundo precisa de sua liderança, da sua alegria, da sua presença, onde quer que esteja, assim como precisamos do sol a cada dia!

Conheça os benefícios da essência floral do Girassol, que trabalha a falta da auto-estima e ajuda no despertar deste brilho interior:

Compre aqui: http://www.floraisdasgerais.com/ecommerce_site/produto_7725_6213_Essencia-Floral-Avulsa-GIRASSOL-Helianthus-annuus

Um lugar sagrado no sul de Minas Gerais

Foto: Músicas coral de Figueira: downloads gratuitos: http://www.irdin.org.br/acervo/detalhes/11697

As 4 irmãs que tiraram uma foto por ano durante 36 anos

Em 1975, o fotógrafo americano Nicholas Nixon tirou uma foto de sua esposa Bebe ao lado de suas três irmãs. A partir disso, eles tiveram a ideia de tornar a fotografia uma tradição anual.

Desde então, as irmãs Brown – Heather, Mimi, Bebe e Laurie – tiraram uma foto por ano até 2010. Para tornar a série mais coerente, as quatro sempre posaram na mesma ordem.

Isso resultou em um registro incrível de 36 anos. A mais nova das irmãs, Mimi, tinha apenas 15 anos na primeira foto, e a mais velha, Bebe, estava com 61 anos na última. Quando Nixon começou a tirar os retratos, as irmãs Brown tinham entre 15 a 25 anos.

Mesmo que as imagens não sejam deslumbrantes do ponto de vista artístico, elas certamente tocam o coração. Ver como as estações, a moda e os cortes de cabelo mudaram ao longo da série, enquanto uma coisa permaneceu a mesma – o forte vínculo familiar -, traz uma sensação boa e nostálgica.

A série, intitulada “As Irmãs Brown” (The Brown Sisters) foi exibida na Galeria Nacional de Arte (Washington D.C., EUA) e no George Eastman House (Rochester, NY, EUA). Além disso, dois conjuntos foram vendidos em leilões de fotografia em Nova York (EUA).[BoredPanda]

fonte: http://hypescience.com/as-irmas-brown-36-anos-em-fotografias/

Esta matéria mostra o registro dos fortes laços familiares, tão importantes de serem resgatados nos dia atuais.

Mostra também que nesta passagem do sol pelo signo de Câncer, neste mês de julho, torna evidente este sentimento de nostalgia por tudo aquilo foi a nossa história. Muitas pessoas devem estar sintonizadas com esta energia, daí a divulgação atual da matéria acima.

Não esquecendo também que neste ciclo de 36 anos, de acordo com a matéria, vivemos o simbolismo de Plutão, trazendo consigo a necessidade de aceitação da transformação do tempo.

Mas o que é mais bonito é isso, saber que a vida tem um início, tem o seu meio e seu fim. E na lei da evolução, tudo se encaminha para o eterno, seguindo seu desenvolvimento. E que sejam doces as recordações… E que sejam sábios para entender a lei dos ciclos!

Para aqueles que se sentem nostálgicos nesta fase atual, ou vivem pelo perfil emocional, este apego ao passado e não conseguem desfrutar da surpresas do momento presente, aconselhamos o uso da essência floral Madressilva. Este floral auxilia na recuperação da alegria de viver o presente, se reconciliando com o passado.

Adquira aqui:

http://www.floraisdasgerais.com/ecommerce_site/produto_7745_6213_Essencia-Floral-Avulsa-MADRESSILVA-Lonicera-japonica

A medicina do futuro conforme Dr. Edward Bach – 1930 – Pai da Terapia Floral

  1. “Quando a boca cala…. o corpo fala!!!Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.
    O resfriado escorre quando o corpo não chora.
    A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
    O estômago arde qua…ndo as raivas não conseguem sair.
    O diabetes invade quando a solidão dói.
    O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
    A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
    O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
    A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
    As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
    O peito aperta quando o orgulho escraviza.
    A pressão sobe quando o medo aprisiona.
    As neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza.
    A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade. “
    Preste atenção!

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